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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Doenças Mentais


Há pessoas que quando ouvem falar de alguém que tem uma doença mental pensam para si “ coitado, é maluco” e imaginam logo que essa pessoa é torturada por demónios que só ela vê, que terá um comportamento estranho, estas são falsas ideias.Na verdade a doença mental é demasiado comum: 1 em cada 5 pessoas terá uma doença mental ao longo da vida. Por causa do estigma (preconceitos de ignorância) muitas pessoas escondem a sua doença mental e, ao fazê-lo prejudicam-se: não desfrutam de tratamento atempado ou vivem o stress duma vergonha absurda. Em cerca de 10 pessoas com doença mental, 8 podem voltar a ter vidas normais se receberem o tratamento apropriado.


O que é a doença mental?

Não há uma, mas diversas e distintas doenças mentais. Em sentido diz-se que alguém sofre de doença mental quando tem algum tipo de sofrimento emocional, quando nota dificuldades cognitivas (atenção, concentração, memória, raciocínio, etc.) ou se a percepção ou o pensamento se modificam, ou se se observa alteração do comportamento esperado.

O que causa doença mental?


Não há uma só causa. Hoje em dia sabe-se que há alterações biológicas no cérebro das pessoas com doença, mas que também há factores genéticos que podem interferir, bem como determinantes psicológicos, tóxicos, físicos e sociais. Por exemplo, uma pessoa pode desenvolver uma demência por exposição a químicos industriais, outra pode ter alterações dramáticas de comportamento após um acidente que provocou traumatismo craniano, outra pode vir a sofrer de depressão profunda depois de uma perda duma pessoa significativa, ainda outra pode ter ansiedade persistente na sequência de sucessivos martírios no local de trabalho

Quem pode ser afectado?

Qualquer pessoa, de qualquer condição e idade, até crianças.


A doença mental nota-se?

A pessoa com doença psiquiátrica raramente tem um ar estranho. Apenas em algumas doenças, mais raras, o aspecto exterior revela a doença. Há mesmo doenças muito graves, que culminam no suicídio, em que nada houve que atempadamente chamasse a atenção sobre o doente, e assim não se pode evitar o desfecho fatal.


Sinais de alarme:
MARCADA ALTERAÇÃO NA PERSONALIDADE (maneira de ser)
PERDA DA HABILIDADE PARA LIDAR COM OS PROBLEMAS E ACTIVIDADES DO DIA A DIA
IDEIAS ESTRANHAS
ANSIEDADE EXCESSIVA
TRISTEZA PROLONGADA OU APATIA
ALTERAÇÃO EVIDENTE NOS HÁBITOS (sono, alimentação)
PENSAR OU FALAR EM SUICIDIO
“ALTOS E BAIXOS” EXTREMADOS
ABUSO DE ALCOOL OU TÓXICOS
DEMASIADA IRRITABILIDADE, HOSTILIDADE OU MESMO COMPORTAMENTO VIOLENTO

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